 |
|
Meu Perfil
BRASIL, Nordeste, SALVADOR, Largo Dois de Julho, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Música, esporte MSN - mcleod15@hotmail.com
|
Histórico
Categorias
Todas as mensagens
Link
Votação
Dê uma nota para meu blog
Outros sites
Cosmourbe
Paralaxe
UOL - O melhor conteúdo
Baralho do Coringa 2
|
 |
 |
|
|
| |
Caros amigos do baralho; Motivado por melhores Designs mudei os Posts para o endereço abaixo. o Atual Baralho será Mantido, porém não mais atualizado. DIVirtam-se! Rubem Garcia
Escrito por Coringa às 02h03
[]
[envie esta mensagem]
[link]

http://http://baralhodocoringa2.blogspot.com/
Classificação: 
Baralho do Coringa 2
Procuro novos ares,
Novas pastagens,
Novos segredos,
Enredos,
Escondidos na folhagem...
Expostos na grama nua,
Na minha mala de viagem
Categoria: Link
Escrito por Coringa às 03h05
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Cordeiro de Deus Rubem Garcia - O Coringa
Agnus Dei, Já tirastes o pecado do mundo, Agora tendes piedade de vós. Agnus Rei, Imolado pela legião de pecadores, Quem vos Salvará de nós? Agnus Day, Júbilo da Cristandade, Aquecimento de entrepostos comerciais… Agnus Say Wath about these parties, Que criastes e não mais participais? Agnus Dei, Que tirais o pecado do mundo, Dai-nos a paz… Em prestações mais fáceis de pagar…
Escrito por Coringa às 19h45
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Casa de Teresa
Rubem Garcia - O Coringa
Saudades daquela terra,
Guardada no pensamento,
Do cheiro do mato novo,
Do barro, da mata adentro.
Querelas da tenra idade,
Memórias da juventude,
Do exílio na cidade,
Contente por ter saude.
Não há o que peder,
No fim do jogo,
Não ao que ganhar…
O dia já está marcado,
A data do julgamento,
Enfrenta o jurado povo,
Tingido de esquecimento.
A Alma irá leve e solta,
Irada com a canalha,
Brincando de bate-volta,
Cegandfo o fio da navalha.
Nâo ao que ganhar,
No fim do jogo
Não há quem perder...
Sem rima, sem improviso,
Cantando ao sabor do acaso,
Matando ser for precio,
Julgando conforme o caso.
Ao largo da vida alheia,
Alheio ao que é passado,
Dançando conforme a música,
Sofrendo conforme o fado.
Não há o que perder
...
Não ao que ganhar
…
Não ao que perder
…
Não Há quem ganhar …
Escrito por Coringa às 10h21
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Canudos Rubem Garcia - O Coringa
Mais uma vigília, O grito dessa madrugada Espanta o peso dessa dor… Espasmo que me auxilia. Faca de corte Cegando a “véia” da foice, Burro soltando coice, Mais um segundo e... …Foi-se. Burros n’água da morte. O Nordeste já era forte, Antes do livro de Euclides, Canudos ainda vive… Sangue marcado na história… Honraria que nunca tive, Vaidade a que nunca me ative, O choro não atinge a escória. A cabeça de Virgulino Exposta no Nina Rodrigues, E ai de Maria bonita, Se não fizer café pra tropa, Cavalhada que galopa, Sem rumo, desenfreada… A urbe desgovernada… O inferno, o céu e o nada!
Escrito por Coringa às 03h40
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Não sei fazer Louvação Pra outra que não seja ela (Elomar – Auto da Catingueira – 5º Canto – das violas da morte) Rubem Garcia – O coringa
Não sei fazer Louvação… A outra que não seja ela, Que é minha guia, Minha estrela, Primeira entre tantas donzelas… Dassanta era a alegria, E o terror de outras feiras, Na minha só cabe a primeira, Companheira, estrela e donzela, Pergunto uma vida inteira, Tanto que engasga a vitrola, A musa que habita as eiras, E nos beirais cantarola, Louvação pra minha donzela, Companheira, primeira senhora, A luta que me penhora, E insana, e sem demora, Me atira à loucura, ao abismo, E é tanto que ainda cismo, O pensamento de outrora, E é certo, que ao longe sinto, A falta na cinza das horas, A ausência da companheira, Que é única, a primeira, Na fundo do firmamento, Num arroubo violento, Estrela no cio da aurora, Viola violeiro e lamento, Em ares de casamento, Companheira, donzela e senhora…
Escrito por Coringa às 03h37
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Ultimo Dia Rubem garcia - O Coringa
Sou eu mais uma vez daquele jeito, Inspirando dessa fumaça, O ar se rarefazendo, A corda, o laço encurtando, O plano entra ano e sai ano, Mudando conforme a maré, Precisa navegar, Precisa ver qual é… Qual a história, Qual o desengano, Qual a artéria, Onde pulsa a matéria, Onde se envolve o feto, Ou se desenvolve o afeto, Imerso no amor de pai… Ficar quieto, ou o calor se esvai, Pra aninhar a cria no leito, Sou eu outra vez, Aquele jeito, Arremessando o vento “dos peito”, Soprando a vela do barco, Retesando a corda do arco, Soltando outra flecha, Outro grito… Sondando em espaço finito, Da vida de uma criatura, O poder de uma agrura, A cura da redenção, A mágica da ascensão, Renovação do divino, Do santo Jesus menino, Olhando da manjedoura em Belém, O mundo dizendo amém, Ao que é feito em seu nome, “Chorar não é coisa de home…”, Nem por “cagaço” ou por fome, Matador de “lobisome”, Ou sai na pata, ou se some, Vira a lenda de “Gerome”, Nas “cafundas” do sertão… Assume a declração… Universal dos direitos do homem, Sumida no terceiro mundo, No “cú-do-judas” No fim, no fundo… Findo o mundo…
Escrito por Coringa às 03h23
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Sextilhas românticas Rubem Garcia – O Coringa
Um amor que desabrocha, Na festa do cio e da carícia, Ternura de mil delícias, Uns olhos de brilho claro, Que enxergo até no escuro, A minha faceira cabrocha…
Feliz a resposta achada, À tuas eternas perguntas, As vidas que seguem juntas, Já tem um caminho acertado, Nosso pacto foi selado, Ungido a portas fechadas…
Senhores desse destino, Tomemos rédeas à galopada, À corrida desenfreada, Do eterno giro da terra, Certeza que jamais erra, De ser passageiro clandestino.
O amor se encontra refeito, Pedindo pra ser amado, Sereno e acalentado, Num porto manso e seguro, Solícito, plácido e puro, Na sombra do nosso leito.
Me cabe o resgate da dama, Das terras do sem fim, Vencendo o mal que há em mim, Armado só com minha lança, O prêmio será sua dança, No calor da minha cama...
Escrito por Coringa às 07h43
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Eterno grito Rubem Garcia – O Coringa
Em menos de um segundo, O fim de tudo, Findo o mundo, Cego surdo e mudo, Sigo a dor de estar desperto, Ou o fim deteriorou, ou retornou, Ou está por perto, Esteja atento, A pergunta já foi feita, A resposta está ao relento, Padecendo de maleita… Valei-me nossa senhora, A chance está muito aquém, Perdi o trem, Perdi à hora… Perdida a noção do tempo, Pedido de desculpa aceito, Perigo dentro do peito, Vagando num contratempo, Num eterno moto-contínuo… Repetição desgraçada, A ira que insinuo, No som dessa gargalhada... Ruído de rasga mortalha, Cortante silêncio que mata, Caminho aberto na pata, No fio da minha navalha, Que corta essa madrugada.
Escrito por Coringa às 07h43
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Ilusão Idiótica Rubem Garcia – O Coringa
Parece repulsa, Mas é só frescura, A sua falta de fé na humanidade, De quem tentas ocultar a verdade? Parece até que é asco, Mas é só um frêmito, O seu vômito populista, Este século ainda é comunista? Lembra, de longe, uma reflexão profunda, Mas é só o tédio, (ou a rebeldia?), Essa expressão patética no seu rosto, O seu vazio quer preencher meu desgosto?
Escrito por Coringa às 11h04
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Amanhã serei feliz, por hoje estou desistindo. Decerto encontrei meu karma, que se riu com desdém... dos meus esforços de Dalai Lama, na ansia de levá-la para cama. Há mais de uma semana... Amanhã serei feliz, hoje não tem mais como. De fato estou desiludido, a guarnição recua rota da batalha, pra enganar que sou um ser complexo, ou pra fingir que existe algum nexo, pra disfarçar que homem só pensa em sexo... amanhã Serei feliz
Escrito por Coringa às 11h04
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Barbárie Rubem Garcia – O Coringa
Cala a boca e me beija, Não diz mais nada, Nos colchões terra, Travarei sua luta… Cala a boca e se despe, Que te adoro santa, mesmo vestida de puta… O fogo, a relva, A noite, o frio, Nada disto será vazio, Nada disto estará marcado, Deixo os currais pro gado, Sumo nos pantanais, certas noites tantos ais, cala a boca bárbara…
Escrito por Coringa às 22h29
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Ano Após Ano Rubem Garcia - o Coringa
Se ainda Intentas sustentar dolentes almas sonolentas, dessa dor pelas correntes... Falas Corriqueiras, qual pau de matraca, a latir nos tímpanos, no bater dos trépanos, na veia da Têmpora, séculos sem fim... Como a gota d'água, e seu uso na china, Como bomba H, fogo em HiroShima, Não termina o Karma, não estraga o clima, Não deteriora, Se a artéria Estoura, Se te dói o peito, Se te foge o sangue, se te falta o ar... Não há que pagar, pela luta infinda, sete da matina, pastorando gente, arrancando dente, dia após dia, a vida vazia, a cabeça quente... O sonho minguando, ano após ano... ano após ano... ano após ano... ano após ano... ano após ano... ano após ano... ano após ano...
Escrito por Coringa às 03h45
[]
[envie esta mensagem]
[link]
porque tenho medo de igrejas vazias Rubem Garcia - o Coringa
esqueci de conservar sua fotografia, e nos vitrais da catedral vazia, a sombra emergia, com rifles na mão, e eu sozinho a me abrigar no chão, me escondendo no vão, entre os bancos, e a solidão, com seus lacaios mancos, e escarnecer os mais sutis defeitos... penso em espalhar escorpiões no leito, ou só por despeito respeitar a regra, assistí-lo na cruz que o prega, aplaudindo os que hão pregado, todo o crime lavado, no sal deste sangue...
seco como a tua imagem,rota no fio da memória, a poeira junta, selaria a porta, mas a dor é puta, sai pelo portão, pela contramão, louca embriagada, sai é na porrada, quer sair "na mão", quer me levar, de qualquer jeito... sai que eu "tô" desfeito, eu não "tô" doidão, eu não "tô" chegando no fio da conversa, no fim da novela, do horário político, em estado crítico, diz o meu bordão...
mas todos devemos, encarar os fatos, brancos ou mulatos, passado é passado, nunca é apagado, nunca é esquecido, ou é revivido, ou é recordado, nossas preferência pela dor amiga, e ainda há quem diga, ser senhor do tempo, Crer-se contemplado pelo perdão pedido, aos negros pela escravidão, aos índios pelo Genocídio, a Deus por todo homicídio, e pela santa inquisição, o martelo das feiticeiras, martelando solene a séculos.
me perdoa é tarde pra gritar no prédio, me perdoa é cedo pra declaração... mas vivemos tempos de credos trocados, códigos rasgados, pela promoção... a cabeça ferve, e eu peço calado, vai com meu passado, que eu fico no chão.
Escrito por Coringa às 03h43
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Caros Leitores do Baralho; Este Coringa velho de guerra tem o alegria de anunciar que estará sendo publicado na coletânea MOsaico da Andross Editora, a ser lançada dia 05.03.2006... aguardem maiores noticias... Rubem
Escrito por Coringa às 11h13
[]
[envie esta mensagem]
[link]
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
|
| |
|
 |
|